2012 é o ano da casa própria

casa própria mora nos sonhos de qualquer inquilino, poucos têm dúvida disso quando chega o fim do mês. Foi assim que dois pesquisadores da Suécia e da Noruega,Oddvar Skjaeveland e Tommy Gärling, descobriram que um dos fatores que transformam uma casa em um lar é ser proprietário dela, e, assim, poder fazer a mudança que quiser em suas paredes. “Isso cria um elo emocional com o imóvel”, disseram os estudiosos. Se esse é seu sonho também, saiba que abrir a porta da casa nova, suspirar e dizer enfim “lar, doce lar” pode estar em um futuro próximo.

Depois de um boom imobiliário nos últimos três anos, muita gente achou que se livrar do aluguel ficaria só no sonho mesmo. No entanto, especialistas dizem que 2012 será, sim, um bom ano para abandonar essa conta. Nem a crise europeia, os preços altos ou outras ameaças embaçam a previsão positiva. O que importa, dizem eles, é se munir de pesquisa e planejamento para fazer uma compra inteligente.

Acostumado a fazer esse tipo de projeção, o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp)Luiz Paulo Pompeia explica que o momento é bom mesmo, embora os últimos anos tenham sido de intensa valorização no mercado de imóveis. “O ano de 2010 teve recorde de todos os acontecimentos nesse mercado. Houve um pico de produção, lançamentos e valorização”, diz Pompeia. Por isso, ele prevê uma estabilização de produção para o próximo ano, já que as unidades até aqui lançadas precisarão ser vendidas. “Os preços devem, inclusive, ter pequena queda em 2012″, avisa, com base no fato de que o mercado é cíclico e chegou a preços bem altos no último ano.

A recomendação do especialista para os candidatos à compra da casa nova é uma só: “Pechinche, pechinche, pechinche“, martela. “Principalmente se a entrada que você pode dar for maior que a pedida pelo corretor.”

Cenário otimista também é o que aponta o consultor em finanças pessoais e professor da FGV Management Sérgio Bessa. “Para comprar, sim, o momento ainda é positivo, já para investir não”, alerta. Para quem paga aluguel todo mês, a boa saída, diz Bessa, ainda é juntar dinheiro pelo menos para dar entrada no imóvel novo. “Se isso for bem trabalhado, a pessoa poderá pagar de prestação em um financiamento o mesmo valor que estaria pagando no aluguel”, esclarece.

Para o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, autor de livros como Casais inteligentes enriquecem juntos (Ed. Gente), o momento é bom para comprar um imóvel, desde que a “afobação” não atrapalhe. O conselho de Cerbasi é comprar um imóvel pensando na liquidez dele. Isso mesmo. “Se o bairro com o qual você sonha está valorizado, não compre lá. Tudo o que está valorizado demais oferece pouco ganho. Verifique se há, nos bairros vizinhos, obras de melhorias, projeção de investimentos”, ensina.

A sedução da casa nova traz pressa e pode ser inimiga de uma boa compra, ele lembra. “Coloque tudo na ponta dos lápis e veja se o local é próximo do trabalho, se tem boa infraestrutura”, diz ele, que levou nove anos para entrar em seu lar definitivo, onde mora há dois meses. Na experiência do consultor há outra dica: compre a casa quando sua carreira tiver mais estabilidade. Até lá, vale mais morar de aluguel, sem gastar muito no imóvel.

Outro que sabe projetar o cenário de 2012 é Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fipe e coordenador do Índice FipeZap, o principal termômetro do mercado imobiliário brasileiro. Ele também não tem dúvida: o melhor conselho é analisar e pesquisar. “A compra de um imóvel é um passo muito importante para a família. Praticamente todo o patrimônio dela estará alocado naquele imóvel. Portanto, a recomendação sempre é ter cautela”, diz.

Ele assinala ainda que, em 2012, uma diminuição no número de lançamentos pode tornar o processo um pouco mais difícil. “Isso somado à crise lá fora e à desaceleração da economia mais forte que o esperado aqui dentro aumentam ainda mais essa recomendação”, alerta Zylberstajn. Quem for cauteloso fará bom negócio, na visão dos especialistas. Principalmente se tiver dinheiro na mão para negociar.

Tipos de crédito

Mas, se os seus planos, como o de boa parte dos brasileiros, incluem assumir um financiamento, há dicas valiosas também. A primeira delas, claro, é fazer contas e incluir nelas custos com corretagem, transferência e gastos com reforma (se for imóvel usado). No caso de imóveis novos, é preciso se preparar para aportes maiores (na entrega de chaves, por exemplo) ou mesmo ter dinheiro para mobiliar a casa. “Ao comprar um imóvel, ou se está assumindo uma dívida muito grande por um período muito longo (10, 15 e até 30 anos), ou (se for à vista) provavelmente uma parte significativa do orçamento da família ficará indisponível por um bom tempo”, lembra Eduardo Zylberstajn.

Há várias formas de conseguir crédito, mas as mais comuns e seguras são o consórcio e o empréstimo bancário. A primeira opção, no entanto, embora seja um jeito de ter prestações menores e fugir dos juros do empréstimo bancário, acaba sendo boa para quem pensa a médio ou longo prazo, já que a pessoa paga todo mês e espera um tempo até ser contemplada, mas depende da sorte para isso.

Já com um empréstimo no banco, a dica é pesquisar nas principais instituições bancárias (os sites oferecem as informações básicas e tiram as dúvidas mais frequentes), colocar todas elas lado a lado e verificar a que melhor cabe no seu bolso – e depois partir para uma conversa com o gerente do seu banco. “Vale comparar as taxas e negociar com ele para chegar aos valores encontrados no mercado”, diz Gustavo Cerbasi.

Para quem vai usar o Fundo de Garantia (FGTS) como parte do pagamento na compra, a dica do consultor é não utilizar todas as reservas pessoais, mas manter uma certa quantia segura para emergências. Além disso, não comprometa mais de 30% do orçamento com as prestações.

Daí à compra da casa, o resto depende de ajustes específicos, como atender aos requisitos de cada banco. Em resumo, em alguns dias você pode fechar negócio e usar o dinheiro. Por isso, vá planejando um open house para o próximo ano.

Texto Carol Scolforo – Revista Casa e Jardin

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Boom ou Bolha Imobiliária ?

Alta no preço dos imóveis liga o sinal de alerta: estamos vivendo uma bolha imobiliária ou nosso crescimento é sustentável? Especialistas explicam o que vem por aí.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O preço do metro quadrado nunca esteve tão alto. Segundo o índice FipeZap, nos últimos 12 meses, o preço de venda dos imóveis em São Paulo subiu 28,8%. No Rio de Janeiro o aumento foi de 41,4% e Recife viu uma valorização de 30,4%. A alta no valor das unidades e a quantidade de lançamentos levantam dúvidas sobre a real demanda para os novos empreendimentos. É prudente comprar um imóvel agora ou vale a pena esperar? Os preços vão cair?

Fomos atrás de especialistas em finanças e no mercado imobiliário. “Não estamos vivendo uma bolha; isso só aconteceria se os preços subissem de maneira artificial ou houvesse uma demanda artificial. Ainda não é o caso”, afirma o professor João da Rocha Lima Jr, do Núcleo de Real Estates do Instituto Politécnico da USP. Demanda artificial acontece quando um número grande de imóveis é comprado por pessoas que tem um único interesse: esperar um preço mais caro no futuro para vender. Sem intenção de uso. “Pode até haver risco de bolha em mercados e produtos específicos. Mas não de forma generalizada”. O conceito de bolha ficou conhecido por conta da crise norte americana, mas segundo o professor, mesmo nos EUA, em 2008, não houve uma bolha imobiliária generalizada. “Em cidades da Flórida a bolha era clara. Mas em Houston não teve bolha alguma”, diz ele.

Crédito no Brasil versus Crédito nos Estados Unidos

Não se discute, no entanto, os estragos que a bolha americana (mesmo não generalizada) causou. Felizmente, de acordo com a professora Ana Maria Castelo, da FGV, o Brasil está num momento de franco desenvolvimento imobiliário. E existe um déficit real de moradias – 5,6 milhões de unidades (metade na faixa de renda de até cinco salários mínimos). Os especialistas também descartam uma bolha semelhante à americana porque, aqui, o crédito é concedido de forma muito diferente do que se via nos Estados Unidos. “No Brasil se financia entre 70% e 80% do valor do imóvel” detalha Lima Jr. “O mercado norte-americano”, compara, “financia perto de 95% do preço das unidades”. No auge da especulação nos EUA chegou-se a oferecer 110% de financiamento. Cadastros de mutuários foram fraudados para serem aprovados mais facilmente pelos bancos. As instituições financeiras, por sua vez, geravam papéis lastreados em pagamentos futuros das hipotecas. Quem comprou os papéis não tinha nada. Só a promessa de receber a quantia devida por quem fez o financiamento. Quando a inadimplência começou, tudo desmoronou. “O crédito brasileiro é concedido com muito cuidado. Exige-se uma papelada enorme, nome limpo. Tudo é checado”, afirma Gallo. Some-se a isso o sonho da nova classe média: ter uma casa própria. “O brasileiro não financia um imóvel como investimento. A maioria da população quer um imóvel para morar”, afirma o vice-presidente do Sinduscon-SP, Odair Senra.

Por Bruno Versolatohttp://casa.abril.com.br/materia/boom-ou-bolha

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Mais Lançamentos

Joinville já tem uma equipe preparada para comercializar os inúmeros empreendimentos que vão ser lançados na cidade. A Anagê Lançamentos se antecipou para garantir aos clientes o melhor atendimento e ampliou a loja que fica na rua Max Colin, 240. São 170 m² a mais. O dobro de espaço. Ao visitar, você já vai sentir diferença no estacionamento, que ganhou 20 vagas. Os clientes também vão se sentir mais confortáveis agora que serão recebidos reservadamente em uma das três novas salas de atendimento. O grupo de trabalho também tem onde se reunir com mais comodidade no mini-auditório. Sem contar que os ambientes foram melhor aproveitados com as divisórias de vidro, que possibilitam maior visibilidade e facilitam a comunicação.

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Rede Mais Imóveis com novo site

Está fácil encontrar o imóvel desejado no novo site da Rede Mais. Sistema de busca simples, aparência moderna e sem interferências, rápido e seguro. Além disso, agora segue a identidade visual da Rede Morar, o que nos garante ainda mais confiança e credibilidade com nosso público.

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Cartier Bresson Residence

Entre o surgimento da fotorafia e a atualidade existiu alguém capaz de criar um novo conceito para o efeito de paralisar a imagem em uma folha de papel. Mais do que resgistrar um momento que não tem volta, Henri Cartier-Bresson buscava documentar a história.

O fotógrafo se tornou mundialmente famoso capturando cenas do cotidiano e é considerado como o pai do fotojornalismo. Reconhecido pela habilidade de flagrar emoções autênticas,  o que ele definiu como “momento decisivo“.

A vida em sentimentos intensos e verdadeiros… Assim são as obras de Cartier-Bresson… Assim é morar no residencial que leva a assinatura dele.

Projetado do tamanho da sua alegria, com a segurança que você precisa e o conforto que você merece.

ÁREAS DE LAZER:

- Espaço Goumert e churrasqueira  – Piscina com deck de madeira decorado

- Salão de festas  - Bosque com paisagismo – Bicicletário – Playground

 Espaço Goumert e Churrasqueira

Salão de Festas

 Piscina e Playground

Momento decisivo… é quando você se depara com o indispensável…

Cartier-Bresson Residence 39 apartamentos – 8 andares – 1 torre

… e, sem evitar, faz de tudo para que seja seu!

 

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Anagê no Espaço Empresarial da ACIJ

A Anagê aproveitou o espaço que a Acij abre nas reuniões semanais para mostrar uma novidade: o novo edifício comercial que vai ser lançado ao lado do Joinville Garten Shopping. O Auri Plaza Garten traz uma proposta inovadora, oferece praticidade com múltiplos serviços para facilitar o dia a dia. São sete andares com 140 salas de 40 a 1120 m². Essas características unidas à arquitetura neoclássica encantaram o público e, com certeza, faremos bons negócios. Na ocasião, ainda pudemos contar um pouco sobre a consolidação da nossa empresa. O trabalho feito com honestidade e transparência pelos 160 colaboradores, que dão vida as quatro lojas.

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Anagê Norte completa 5 anos

A Anagê Norte é a prova da nossa preocupação com o cliente. O sucesso da loja significa que estamos acertando no modo como atendemos. Oferecemos o que ele deseja e precisa com algo mais, facilidade, comodidade e segurança.

Localizada na esquina da rua Blumenau com a Prudente de Moraes, a filial atende com exclusividade àquela região. Quinze corretores estão focados nos imóveis que ficam entre o centro a zona industrial, uma área sempre muito próspera da cidade.

Além disso, a equipe oferece mais um diferencial. De segunda a sexta, a loja fica aberta até às 21h. Assim, o cliente é atendido no horário que ficar mais fácil para ele. Preocupação que só a Anagê tem, sucesso que só a gente conquista.

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Transforme um João Loucação em um Zé Relax

Com bom humor, Anagê Locação lança campanha publicitária para mostrar que não vale a pena se incomodar alugando um imóvel por conta própria

Você já deve ter observado nos outdoors da cidade, na TV ou no rádio, a presença dessas duas figuras: o Zé Relax e o João Loucação. Os personagens foram criados pela TWC Comunicação para a campanha do setor de locação da empresa.

Com eles, pretende-se mostrar o quanto aquela pessoa que aluga um imóvel por conta própria se incomoda. Com a bagunça, depredação e até a dívida que às vezes o inquilino deixa. Já quem conta com a equipe da Anagê, não sofre nada disso. Muito pelo contrário. Tem tempo de sobra para relaxar, curtir com os amigos e a família o dinheiro garantido do aluguel.

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Anagê multiplica as esperanças nesse Natal

Oferecer mais do que presentes, um incentivo. Com esse objetivo, colaboradores da Anagê se uniram para proporcionar, na última quarta-feira (21), uma tarde divertida e solidária à Casa do Adalto. A associação apóia famílias carentes de crianças com câncer doando cestas básicas, vestuário, transporte e, principalmente, amizade.

Na festa, a Anagê levou cachorro quente, pipoca, brigadeiro, refrigerante, brinquedos e tudo o que a criançada mais gosta. O ponto alto foi a chegada do Papai Noel, distribuindo balas, abraços e brincando com todos. Seus ajudantes, os funcionários da Anagê, entraram no clima e também vestiram toucas vermelhas. Cerca de trinta crianças puderam ter um momento mágico e feliz, bem distante do dia a dia de internações e sessões de quimioterapia.

Letícia Leite, de 8 anos, estava eufórica com sua boneca nova. Ela abraçou o Papai Noel e disse que foi uma boa menina. Há quatro anos Letícia luta contra a Leucemia (câncer nos glóbulos brancos), mas mantém o sorriso largo no rosto e uma alegria de fazer inveja. A mãe, Edinéia Leite conta que a Casa do Adalto é fundamental no tratamento da doença. ”É como uma segunda família”. As mães conversam, trocam experiências e apoio. “Temos uma grande amizade”. Atualmente, a associação ajuda cerca de 20 crianças e, em nove anos de história, mais de cem famílias passaram por lá.

A história mais recente é a da serelepe, Rafaela de Souza, 2 anos e 8 meses. Sua mãe, Rosângela Lima, conta que no dia 4 de novembro a Leucemia foi descoberta. De lá para cá, a pequena passou 47 dias internada no Hospital Infantil Jeser Amarante Faria, enfrentando tratamentos e sessões de quimioterapia. Com os cabelos raspados, Rafaela distribuía simpatia a todos que se impressionavam com sua força e alegria. “Ela não se entrega. É muito inteligente e madura”, reconheceu a mãe.

O evento marcou a vida das famílias presentes e, principalmente, dos funcionários da Anagê que se dispuseram a fazer o bem. Rodrigo Alves da Silva, gerente administrativo, afirma que “momentos como esse são mais do que ações, proporcionam experiências. As equipes que participam voltam diferentes para o ambiente de trabalho. A Casa do Adalto fica na rua Carlos Willy Boehm, 572, Santo Antônio, esquina com a Marquês de Olinda. O telefone para contato é o 3438-1629.

Texto:Ingrid dos Santos Passos Hille – Redação / ingrid@twccomunicacao.com.br.

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Nove modelos de lâmpadas economizadoras

Que tal uma lâmpada que gaste bem menos eletricidade e dure, em média, seis vezes mais que suas concorrentes tradicionais? Há muita gente que ainda não se convenceu da vantagem, tudo porque as fluorescentes compactas custam cerca de seis vezes mais que as incandescentes. Se você faz parte desse grupo, está jogando dinheiro no lixo. É questão de matemática. Texto Ana Gonçalves Fotos Marcos Lima – Casa.com.br

Considere uma lâmpada acesa durante 6 mil horas (seis horas diárias em seis anos). Leve em conta seu preço e sua vida útil. Pense em um custo médio de energia de R$ 0,50 kwh. Caso tenha optado pelo sistema incandescente, você gastará, em média, R$ 192 entre reposição de lâmpadas e eletricidade. Se tiver preferido a fluorescente, porém, sua despesa será de R$ 55*. Caso opte por led, uma espécie de minilâmpada supereconômica, gastará até 85% menos em eletricidade – mas, como ainda são caros, os leds exigem alto investimento na aquisição. Ao escolher suas novas lâmpadas, além de levar em conta números e sustentabilidade, planeje também a iluminação adequada a cada ambiente. A luz branca é ideal para locais de trabalho minucioso, como a lavanderia e o escritório, segundo a designer de interiores Mariza Cundari Pereira, de São Paulo. Já a amarela estimula o convívio e é ótima em quartos e salas. Para misturar os dois tons, siga a dica da profissional: “Aposte em lâmpadas brancas na iluminação geral da cozinha e destine as amarelas a alguns pontos, como em cima da pia”. Dependendo do fabricante, a equivalência entre as potências de fluorescente e incandescente muda. Por isso, está correto 15 w corresponderem ora a 70 w, ora a 80 w. Preços pesquisados em 4 de março de 2011, sujeitos a alteração.

Em tempos de economia de energia, a cinquentona Alumbra lança sua primeira linha de lâmpadas fluorescentes compactas. Com 25 w, o modelo amarelo 3U ilumina o mesmo que uma incandescente de 100 w. Bahia Chaveiro, R$ 14.

Em tempos de economia de energia, a cinquentona Alumbra lança sua primeira linha de lâmpadas fluorescentes compactas. Com 25 w, o modelo amarelo 3U ilumina o mesmo que uma incandescente de 100 w. Bahia Chaveiro, R$ 14.

 

A Mini-Lynx espiral, da Sylvania, tem 20 w - o que corresponde a 80 w de uma incandescente. Sua cor branca lembra a luz do dia. Dura até 8 mil horas. Lustres Yamamura, R$ 10,90.

A Mini-Lynx espiral, da Sylvania, tem 20 w - o que corresponde a 80 w de uma incandescente. Sua cor branca lembra a luz do dia. Dura até 8 mil horas. Lustres Yamamura, R$ 10,90.

 

Da Osram, a Duluxstar se diferencia pelo formato, especial para luminárias em que a lâmpada fica exposta. Oferece 15 w de potência (semelhante a uma incandescente de 60 w) e cor branca morna. C&C, R$ 6,30.

Da Osram, a Duluxstar se diferencia pelo formato, especial para luminárias em que a lâmpada fica exposta. Oferece 15 w de potência (semelhante a uma incandescente de 60 w) e cor branca morna. C&C, R$ 6,30.

 

A fluorescente compacta 3U, da Taschibra, exibe tamanho reduzido em relação aos modelos de sua categoria. Tem luz amarela e potência de 15 w - equivalente a 70 w de uma incandescente. C&C, R$ 5,16.

A Twister exibe luz amarelada suave e potência de 20 w, correspondente a 90 w de uma incandescente. Fabricada pela Philips, pode economizar até 80% de energia. Center Castilho, R$ 18,45.

A Twister exibe luz amarelada suave e potência de 20 w, correspondente a 90 w de uma incandescente. Fabricada pela Philips, pode economizar até 80% de energia. Center Castilho, R$ 18,45.

Além de iluminar, a Purify, da Golden, promete acabar com cheiros ruins em ambientes - isso porque emite íons negativos neutralizadores de partículas poluentes. De 15 w (equivale a uma incandescente de 60 w) e cor branca. Leroy Merlin, R$ 35,90.

Além de iluminar, a Purify, da Golden, promete acabar com cheiros ruins em ambientes - isso porque emite íons negativos neutralizadores de partículas poluentes. De 15 w (equivale a uma incandescente de 60 w) e cor branca. Leroy Merlin, R$ 35,90.

A lLED Parathom Classic A 40, da Osram, mostra cor branca forte. Com potência de 8 w, semelhante a 30 w de uma incandescente, é perfeita para a iluminação pontual. Home Light, R$ 139,99. 15 w (equivale a uma incandescente de 60 w) e cor branca. Leroy Merlin, R$ 35,90.

A lLED Parathom Classic A 40, da Osram, mostra cor branca forte. Com potência de 8 w, semelhante a 30 w de uma incandescente, é perfeita para a iluminação pontual. Home Light, R$ 139,99. 15 w (equivale a uma incandescente de 60 w) e cor branca. Leroy Merlin, R$ 35,90.

A Super LED A-60 RGB, da FLC, vem com controle remoto que regula a cor (tons principais: vermelho, amarelo, verde e branco) e a intensidade luminosa (cinco níveis). De 5 w, corresponde a uma incandescente de mesma potência. Induspar, R$ 105,57. 15 w (equivale a uma incandescente de 60 w) e cor branca. Leroy Merlin, R$ 35,90.

A Super LED A-60 RGB, da FLC, vem com controle remoto que regula a cor (tons principais: vermelho, amarelo, verde e branco) e a intensidade luminosa (cinco níveis). De 5 w, corresponde a uma incandescente de mesma potência. Induspar, R$ 105,57. 15 w (equivale a uma incandescente de 60 w) e cor branca. Leroy Merlin, R$ 35,90.

Use a LED Energy Smart, da GE, para destacar pontos no ambiente, já que ela fornece luz focal. Consome 10 w de energia e produz iluminação equivalente a uma incandescente de 45 w. Lemca, R$ 155.

Use a LED Energy Smart, da GE, para destacar pontos no ambiente, já que ela fornece luz focal. Consome 10 w de energia e produz iluminação equivalente a uma incandescente de 45 w. Lemca, R$ 155.

 

 

 

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