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Permuta de imóveis é destaque no mercado imobiliário de Joinville

13 de março de 2018 por anage-imoveis

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Tendência no mercado imobiliário de Joinville, a permuta é mais uma das opções para quem deseja vender e
comprar um imóvel

Apesar de não ter sido muito explorada nos últimos anos, a permuta tem ganhado destaque no mercado imobiliário de Joinville. Quer conhecer as vantagens, desvantagens e avaliar se é uma boa alternativa para o seu caso? Continue a leitura!

Afinal, o que é permuta de imóveis?

A permuta imobiliária é uma transação de negócios em que duas partes assinam um contrato para trocar bens, de acordo com o consentimento de ambas. Esses bens podem ser apartamentos, casas, lotes ou imóveis comerciais.

E, ao contrário do que algumas pessoas imaginam, os itens que forem trocados não precisam ter o mesmo valor. É possível ter uma compensação financeira para igualar o restante — tal compensação é chamada de “torna”.

Como é feita a negociação?

Normalmente, a permuta se inicia por meio de uma proposta de alguma das partes, que oferece um imóvel (geralmente com valor menor) como pagamento total ou parcial de outro.

Depois disso, é feita uma avaliação minuciosa dos dois bens para assegurar que nenhum dos envolvidos sairá prejudicado. A avaliação costuma ser feita por um corretor, que analisa características como tipologia, localização, tamanho e outros detalhes que podem interferir no valor da propriedade.

Após essa análise é possível realizar uma comparação para calcular se existe a necessidade da torna.

É bem difícil encontrar uma permuta com imóveis que tenham exatamente o mesmo preço. Por isso, normalmente, a “torna” é usada para compensar a pessoa com a propriedade de maior valor.

Como parte do pagamento, também podem ser oferecidos outros bens, como por exemplo, automóveis. Assim, o comprador que precisa pagar a “torna”, pode entregar o bem e completar o restante em dinheiro. No entanto, tudo depende da negociação e se a outra parte estará de acordo com a troca.

Vantagens da permuta imobiliária

O maior atrativo de uma permuta é a possibilidade de isenção do Imposto de Renda. Isso porque, quando ela não exige a compensação financeira, a Receita Federal compreende que o valor do imóvel continua o mesmo do que foi declarado anteriormente.

No entanto, se houve a necessidade de torna, quem recebeu a quantia deve pagar o Imposto de Renda. Vale ressaltar que, quanto menor a torna, menor será o valor da tributação. Considerando que as quantias dessa taxação podem ser altas, essa é, de fato, uma grande vantagem.

Outra vantagem é que quando feito a permuta, a negociação dá menos trabalho do que se vendessem o imóvel e, depois, comprassem outro. Sem falar da economia, o processo de permuta elimina a necessidade de pagar por vários tributos, que seriam causados pela venda e pela posterior compra.

Desvantagens da permuta imobiliária

Um dos pontos de desvantagens é a necessidade de encontrar uma negociação que beneficie os dois lados. Esse processo pode demorar, já que as expectativas de ambos são, muitas vezes, diferentes.

Além disso, é preciso muito cuidado, principalmente da parte que receberá o imóvel de menor valor. Afinal, tem que ser levada em consideração a liquidez e a possibilidade de venda e locação dessa propriedade no futuro.

Ou seja, você precisa avaliar bem para ter a certeza de que está fazendo um bom negócio, por mais que ele pareça atraente à primeira vista. Também é preciso estar ciente de que, geralmente, será necessário ceder e aceitar coisas que nem sempre esperamos.

Quais cuidados são necessários nesse tipo de transação?

Para começar, a permuta de imóveis sempre deve ser feita com o auxílio de uma imobiliária. Ainda que as partes confiem uma na outra, não são raros os casos de negociações sem profissionais envolvidos que não terminam de forma harmoniosa. Também é essencial tomar cuidado em alguns pontos, como você verá a seguir.

  • Verifique a situação legal do imóvel e dos bens envolvidos

Assim como aconteceria normalmente na compra e na venda de um imóvel, os bens envolvidos precisam estar devidamente regularizados. Para que o processo transcorra da forma mais simples, vale a pena os dois lados compartilharem documentos, como:

– certidões, para comprovar que está tudo certo e não há dívidas;

– penhoras;

– ações judiciais que possam comprometer a transação.

     2) Analise os detalhes do contrato

O contrato de permuta de imóveis não é o mesmo do de compra e venda: ele é feito por uma escritura pública e precisa incluir dados como a responsabilidade pelos tributos e a data de entrega dos bens. O valor dos itens também deve estar no contrato, servindo para calcular o preço da escritura — que, geralmente, custa de 4% a 6% do valor da propriedade.

Também devem ser especificadas as medidas a serem tomadas caso um dos contratantes desista do negócio. O pagamento de uma quantia em dinheiro e a garantia da entrega do imóvel são alguns dos exemplos.

    3) Auxílio especializado

Além da participação de uma imobiliária no processo de permuta, é importante a presença de um advogado, que pode ser contratado para auxiliar em todos os procedimentos contratuais e outras questões jurídicas. O importante é que a permuta seja feita corretamente e satisfaça as duas partes.

Você acha que a permuta de imóveis é uma boa opção para o seu caso? Ainda tem dúvidas? Entre em contato com a Anagê Imóveis e saiba mais.

Categorias: Mercado imobiliário

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