“Eu não conhecia nada do ramo imobiliário.” É difícil imaginar que esta frase foi dita pelo proprietário da maior imobiliária de Joinville. Anagê Alves da Silva, 62 anos, comemora o aniversário de seu negócio neste mês de agosto. A Anagê Imóveis completa 22 anos de atividades com a marca de quatro lojas e 140 colaboradores entre funcionários e corretores. Nada mal para quem começou sozinho, sem nenhum funcionário.
Gaúcho de Bom Jesus, Anagê vive em Joinville há 38 anos. Antes de aventurar-se no mercado de imóveis, seguia carreira em uma área bem distinta: era executivo de uma grande indústria, formado em Engenharia Mecânica, com mestrado em Engenharia pela UFSC. Mas percebeu que o que mais gostava era fazer negócios. Daí veio a ideia de criar a imobiliária. Sem carteira de clientes, anunciava os próprios imóveis. Ele reconhece que o começo foi difícil. “Eu não tinha
experiência e nem conhecimento de mercado. Tudo eu aprendi: anúncios, captação, corretores...”, conta o empresário.
Qual é o diferencial responsável pelo crescimento da sua empresa?
Sempre pregamos a honestidade e a transparência porque trabalhamos com o patrimônio e o sonho dos outros.
O que mudou no mercado imobiliário em geral?
Hoje só não compra um imóvel quem não quer. Tem desde Minha Casa Minha Vida até prédios de alto padrão com Home Club e facilidade de pagamento em até 180 vezes.
O que mudou em Joinville?
A verticalização da cidade demorou para começar e a construção de mais edifícios começou há somente três anos. Temos a expectativa de um grande número de lançamentos para um futuro próximo.
Depois de alcançar o sucesso e o reconhecimento, pensa em deixar os negócios de lado?
Não quero aposentadoria. Ainda trabalho dez horas por dia. Além de gostar do que faço, a minha vida nunca foi moleza. Estou acostumado com este ritmo mais puxado. Não consigo ficar em casa parado.
Quais são os próximos desafios da imobiliária?
O grande desafio é consolidar nossa posição e acompanhar o crescimento do mercado.
Em 22 anos, aconteceu alguma história inusitada?
Tenho muitas histórias pra contar. No começo, um proprietário aceitou alguns bois como forma de pagamento. Mas depois ele olhou pra mim e disse: os bois são a tua comissão. Tive que ficar com os bichos. Ainda bem que tinha um sítio para levar os bois.
O que é melhor para quem procura um imóvel para comprar: olhar somente a planta, ou ter a possibilidade de visitar o apartamento decorado? Não é preciso ser um especialista em imóveis para saber que a segunda opção é muito mais vantajosa.
“Os decorados permitem que o interessado no imóvel possa se imaginar morando no local, já dono do imóvel”, diz o gerente de lançamentos da Anagê Imóveis, Gilberto Pedro Bohrer. Nem todo imóvel que é lançado tem um decorado para nortear os clientes, por isso aqueles que investem nesta opção saem na frente e tem um diferencial no mercado.
As Vantagens
Para o consumidor, o decorado dá a possibilidade de mensurar o tamanho dos cômodos, analisar que tipo de decoração funciona melhor no ambiente e ainda conferir o que consta no memorial descritivo do imóvel.
Até quem não pretende comprar o imóvel pode beneficiar-se com os decorados. Estes espaços são desenvolvidos por arquitetos de interiores que aproveitam para explorar as tendências atuais de decoração e mostrar as inovações do setor. Ou seja, a visita a um decorado pode ser útil para quem busca uma solução para aproveitamento de espaço na sua residência, ver como funciona determinada combinação de cores e ainda se um tipo de móvel pode ser colocado em determinado ambiente.
“Uma das tendências que vemos nos projetos e nos decorados é a valorização das áreas de convivência. As salas e cozinhas são integradas e maiores. O que ganha força são as partes do imóvel em que a pessoa tem contato com outras pessoas”, é o que garante Rubens Dalprat Souza, que também é gerente de lançamentos imobiliários. Para as construtoras e imobiliárias, vale a pena investir no decorado porque ajuda nas vendas e serve de termômetro quanto a aceitação do imóvel.
Sucesso de visitas
Um exemplo de apartamento decorado que é um sucesso de visitação é o Belvedere, localizado na Rua Tijucas, Centro de Joinville. Enquanto as obras das duas torres do empreendimento estão em fase inicial, mais de mil pessoas já viram de perto - e por dentro - o que a construtora Thá vai entregar para os moradores e investidores. De acordo com a Anagê Imóveis, responsável pelas vendas, quem visita este decorado fica encantado, tanto com o projeto quanto pela decoração.
A arquiteta Ester Kloss, responsável pelo modelo para o Belvedere, conta que os espaços foram planejados com características contemporâneas, mas algumas referências clássicas. “A escolha da laca no mobiliário, em padrão castanho escuro, juntamente com o piso em madeira padrão carvalho dão unidade aos três ambientes: home theater, jantar e cozinha semi-integrada”, explica a arquiteta.
Opinião do consumidor
A dona de casa Silvana Rozza Stein, de 44 anos, analisou a planta e já havia decidido por um imóvel no Centro. “Mas quando eu vi o decorado do Belvedere gostei ainda mais”, conta Silvana. “Pude comprovar que o apartamento foi bem desenhado, com aproveitamento de espaço. O guarda-roupa do quarto do casal e o balcão entre a cozinha e a sala chamaram a minha atenção. Vou querer fazer igual”, diz a cliente que fechou a compra já pensando em como o seu futuro lar vai ficar após receber os móveis.
DICA DE APARTAMENTOS DECORADOS PARA VOCÊ VISITAR
Belvedere Home & Fun
Área privativa: 114m² e 112m².
Localização: Rua Tijucas, 339, Centro.
Spazio Vivace
Área privativa: 89m²
Localização: Rua Felix Heizelmannn, 715, Costa e Silva.
Jardins Home Club
Área privativa: 70,9m² e 59m²
Localização: Rua João Paul, 280, Floresta.
Alugar, comprar ou vender um imóvel não precisa acontecer só durante o dia. Que tal ir à imobiliária à noite? Esta é a proposta da Anagê Norte, que funciona em horário diferenciado. Além do atendimento diurno, a filial também está aberta até às 22h. O terceiro turno implantado na Anagê Norte é uma novidade no mercado imobiliário da região. De acordo com o gerente comercial da filial, Deoud Mousse, a Rua Blumenau – onde fica a Anagê Norte – tem grande movimento durante a noite. O fluxo de veículos e pessoas saindo do trabalho é intenso, por isso esta inovação é considerada estratégica.
Uma das principais capitais turísticas do País, Florianópolis, será o palco - de luxo - para a realização do XXIII CONACI (Congresso Nacional
de Corretores de Imóveis), que acontecerá entre os dias 8 a 11/9, promoção da Fenaci (Federação Nacional dos Corretores de Imóveis) e realização do Sindimóveis-SC (Sindicato dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina).
Mas, muito além de desfrutar das belezas e da hospitalidade que a ilha e seus habitantes oferecem, os Corretores de Imóveis que participarem deste que é considerado o maior evento da categoria no Brasil, terão a oportunidade de debaterem e discutirem, com as melhores cabeças pensantes do mercado, sobre as principais tendências e caminhos da indústria imobiliária nacional e internacional.
Neste aspecto, um dos principais temas desta edição do CONACI, dirá respeito à qualificação profissional dos Corretores de Imóveis, bem como sua inserção em um mercado de trabalho em escala global, uma necessidade destes novos tempos.
Não podemos nos esquecer, também, do papel fundamental que a realização do CONACI representa na reciclagem dos profissionais, na criação de novas redes de contatos e interesses, no intercâmbio de experiências e, principalmente, na sensação gostosa de rever velhas amizades
construídas em edições anteriores do congresso.
(Fonte: www.conaci.com.br)
Quem vive de aluguel – seja porque dele provêm sua receita, seja porque depende de um imóvel de terceiro para morar – deve ficar atento às regras da nova Lei sancionada pelo presidente Lula. A partir do dia 25 de janeiro, mudam as cláusulas dos contratos. As principais alterações referem-se às ações de despejo e às relações com o fiador.
A lei que regulamenta o aluguel está sendo alterada depois de 18 anos. Trata-se de uma atualização necessária, para oferecer garantias tanto ao bom inquilino como ao proprietário de um imóvel, de acordo com a avaliação dos administradores do mercado de locação. “Um dos principais benefícios é a agilidade no processo de despejo. O que antes levava 14 meses, ou seja, mais de um ano, agora, deve ficar resolvido em menos de 6. Uma liminar poderá até reduzir ainda mais este tempo, o que sabemos, é que todos serão mais rápidos”, comemora Patrick Manteuffel da Silva, da Anagê Imóveis.
A imobiliária tem recebido inúmeras ligações: são pedidos de informações vindos de donos de imóveis dispostos a entrar no mercado de locação diante do anúncio de mais segurança no negócio. “Essa insegurança que existia está sendo praticamente eliminada com a atualização da lei”, garante.
“Sobra inquilino, falta proprietário”
Os números apontam um contingente que chega a 16% entre a população que mora de aluguel no Brasil. Uma projeção proporcional a Joinville indica 80 mil pessoas nessa situação. O número expressivo é inverso à demanda. Faltam imóveis na maior cidade do estado. Os anúncios em jornais pedindo casas e apartamentos para locação são a prova de que o estoque à disposição é baixo. “Temos 50% a menos que o necessário”, confessa Patrick. A disparidade deve ficar ainda mais evidente nesta época do ano, onde a procura de clientes por imóveis aumenta 40%. “É a época em que as pessoas se mudam de cidade, daí, sobra inquilino, falta proprietário”, revela.
Aluguel Garantido
Para atrair os donos de imóveis, a imobiliária lançou uma modalidade de contratação que garante o pagamento do aluguel para até 6 meses de inadimplência do inquilino. A modalidade Aluguel Garantido aumentou em 30% a captação. Com a redução no tempo para o despejo, prevista pela nova lei, a modalidade dá a segurança que faltava aos locadores.
Bom também para os comerciários
A proposta inicial do projeto de lei causou polêmica entre comerciários que mantém seus estabelecimentos em imóveis alugados. Isso porque uma das mudanças daria ao dono do imóvel o direito de solicitar desapropriação em caso de oferta maior. Para quem precisa garantir o ponto comercial e preservar os produtos vendidos, a lei se tornaria altamente prejudicial. Entendendo isso, o presidente Lula vetou o artigo. Outro veto foi para o artigo que obrigaria a anuência do dono do imóvel em caso de mudança no quadro de sócios da empresa inquilina. “O exemplo da fusão do Ponto Frio com o Grupo Pão-de-Açúcar foi um excelente argumento para exemplificar os transtornos que o novo artigo traria”, aponta Patrick.
“A nova lei prevê mais segurança para o proprietário, e consequentemente, menos burocracia para inquilino. As garantias devem atrair mais imóveis ao mercado, desse modo, haverá mais opções para o inquilino, mais emprego na construção civil, e mais tributos. A longo prazo, os resultados devem ser mais moradias no país e a redução do déficit habitacional” – Patrick M. da Silva, advogado e gerente de locação da Anagê Imóveis
| NOVAS REGRAS A PARTIR DE 25 DE JANEIRO | |
| Artigo: | O que muda: |
4 | Adequação ao novo Código Civil, mantendo a proporcionalidade da multa rescisória em casos de devolução antecipada do imóvel locado. |
12 | Cria regras de manutenção/substituição da fiança nos casos de dissolução da sociedade matrimonial ou falecimento do locatário. |
39 | Mantém a fiança para o simples caso de prorrogação da locação a prazo indeterminado, de acordo com o atual repertório jurisprudencial que agora fica consolidado no texto da Lei. Prorrogada a locação, salvo disposição contratual em contrato, prorroga-se a fiança, oportunizando-se, todavia, que o fiador busque a exoneração. |
40 | Trata das hipóteses de substituição da garantia. Cria regra clara para a desobrigação do fiador. Atualmente a lei do inquilinato não trata do assunto. A nova lei consigna regras fáceis deste comportamento, ampliando prazos e criando estruturas de restauro da garantia, inclusive, medida liminar em caso de insubsistência da garantia. |
59 | Ampliação das chamadas liminares, para os casos de: a) necessidade de obras urgentes no imóvel, b) ausência/perecimento da garantia locatícia, c) denúncia vazia nas locações não-residenciais, d) despejo por falta de pagamento quando inexistia a garantia locatícia ou houver a perda da mesma no curso da locação. |
| Fonte: Leandro Ibagy, Coordenador de Locação da CBCSI – Câm. Bras. de Comércio e Serviços Imobiliários da Conf. Nac. do Comércio | |
O Natal da Anagê está sendo marcado pela Solidariedade. Duas ações uniram colaboradores e parceiros em prol de crianças do bairro Jativoca e idosos do Lar Vila Vicentina.
Na Escola Municipal Júlio Machado da Luz, uma comitiva animada da Anagê levou presentes, como bolas e bonecas, e um delicioso lanche, com cachorro quente e refrigerante para a garotada. Foram mais de 120 crianças, entre 5 e 12 anos, que receberam a visita do Papai Noel da Anagê. “Para muitas, será o único presente”, revelou a diretora da escola, Katy Rocha. Cada colaborador ou parceiro adotou crianças e ofereceu o presente com muito carinho. “Viu como deu certo? Foram todos para casa contentes!”, falou aliviada uma das organizadoras do evento. É o segundo ano em que Roseli Pereira, gerente de vendas, lidera a iniciativa. “Eu gosto de fazer isso, todo mundo ajuda”.
À noite, foi a vez de conhecer o Lar de Idosos Vila Vicentina, no bairro Boa Vista. Treze vovós acolheram os visitantes para um delicioso café. Ao redor da mesa, todos se deram as mãos e celebraram a solidariedade do Natal. Com a doação de colaboradores e parceiros, a Anagê levou kits com cesta básica, material de higiene e limpeza e até panetone diet para as vovós! A equipe também quis deixar uma lembrança, e presenteou cada uma das moradoras do Lar com um edredom. “O que a Anagê trouxe hoje é tudo que os filhos delas não podem dar, tudo novinho!” agradece Paulo Pacheco, presidente da casa.
“É uma satisfação perceber que fizemos bem para as crianças e vovós e também para os colegas que participaram da ação. Com a experiência, conseguimos transformar a resistência inicial de alguns, em planos de voltar no próximo ano. É gratificante!”, avalia a auxiliar de RH Luciana Bedeschi, uma das organizadoras do evento.
A Anagê passa a ter mais um grande diferencial. Quando o assunto é locação, a Anagê garante o recebimento do aluguel para o dono do imóvel. É a modalidade Aluguel Garantido, lançada no mercado joinvilense no mês de novembro. Com a inovação, a imobiliária pretende ampliar a captação de imóveis para atender a demanda do início do próximo ano e reforçar o posicionamento da imobiliária no mercado de locação.
A nova modalidade cobre o valor referente ao aluguel mensal e aos encargos, durante os seis primeiros meses de inadimplência do inquilino. Já é comum que as imobiliárias ofereçam garantias para o dono do imóvel, mas a Anagê está inovando com o compromisso de pagar o aluguel em caso de inquilinos inadimplentes. “Dessa forma, estamos lançando no mercado a modalidade mais segura de administrar um imóvel”, garante Patrick Manteuffel Alves da Silva, gerente de locação da Anagê Imóveis.
Com o slogan “O inquilino não pagou? A Anagê paga”, a empresa de Joinville segue a tendência das grandes imobiliárias do país, que oferecem mais tranqüilidade e segurança para que os clientes proprietários possam aproveitar melhor seu tempo com outras atividades.
Preocupada em sempre buscar as melhores práticas existentes no mercado, a Anagê Imóveis é agora a mais nova imobiliária a fazer parte da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário, também conhecida como ABMI.
Atuando em todo o Brasil, 13 estados atualmente, através de sua rede de associados, a ABMI se faz presente nas instituições de representatividade setorial construindo, com seu posicionamento e opinião, a marca de vanguarda no mercado.
Formada pelas melhores empresas do mercado imobiliário de cada estado, a Associação tem por objetivo potencializar a competitividade das associadas.
A ABMI é um espaço de troca, desenvolvimento, criatividade e relacionamento que utiliza a informação como principal aliada. E agora, clientes e colaboradores Anagê poderão contar com todos esses atrativos.