Imobiliária em Joinville SC | Anagê Imóveis | Compra, Venda e Aluguel

Imóveis favoritos Não há favoritos adicionados
Você pode adicionar imóveis aos favoritos
clicando no ícone
Histórico de visualização Nenhum imóvel foi visualizado

Porcelanato, madeira, mármore ou cimento…como escolher?

6 de novembro de 2013 por admin

Antes de começar a estudar os tipos de piso, saiba que para deixar a área social bonita e elegante existe uma característica a buscar: a unidade visual. E a primeira providência para obtê-la é escolher um único material para revestir todos os ambientes – se puder estendê-lo à casa toda, melhor ainda. “Use o mesmo piso desde o hall de entrada até a varanda, incluindo o lavabo”, diz a arquiteta Consuelo Jorge. Com isso em mente, é hora de considerar o preço (lembre que a área mais nobre da casa exigirá um bom investimento) e a manutenção. Nesse último item, as resinas protetoras hoje existentes resolvem a maior parte dos problemas. Ainda assim, alguns pisos pedem uma revisão periódica. “É o caso de mármores, madeiras e cimentados. Quem não quer conviver com o desgaste do material deve refazer a camada protetora a cada ano”, afrma o designer de interiores Roberto Negrete.

Quando escolher porcelanato

Os donos do apartamento desejavam um piso nobre para a sala, mas descartaram o mármore, pois não queriam ter preocupações caso um amigo derramasse vinho no chão durante uma festa. “Por isso, sugeri o porcelanato Infnity Stone, da Gardenia, que imita com perfeição a aparência do mármore bruto”, diz a arquiteta Flávia Gerab El Tayar, autora do projeto. O acabamento vem em placas de 1,20 x 1,20 m, o que resulta em poucas linhas de rejunte após a instalação. Na Mais Revestimentos, à venda por 246,49 reais, o m².

– Prós: fácil de instalar, alta resistência, variedade no tamanho das peças.
– Contras: é um piso frio, que precisa se aliar a outros elementos da decoração para ganhar aconchego.
– Manutenção: varrer e passar pano úmido nas sujeiras mais resistentes.

Quando escolher madeira

01-porcelanato-madeira-marmore-ou-cimentocomo-escolher-piso

Um assoalho de tauari (da Indusparquet, 288 reais, o m²) foi a melhor opção para esta sala usada por um casal com flhos pequenos. “As crianças brincam no chão. Além de ter temperatura agradável, a madeira não risca com as rodas dos carrinhos e outras estripulias”, diz a arquiteta Marila Spagnuolo. Ela se preocupou em escolher uma madeira de tom médio, mais resistente do que as muito claras. “O tauari não ganha marcas com sapatos de salto e ainda ilumina o ambiente”, diz. Projeto feito em parceria com a arquiteta Juliana Serra.

– Prós: tem toque caloroso e proporciona acústica excelente.
– Contras: sofre com o sol, que escurece sua tonalidade.
– Manutenção: pano úmido bem torcido e sabão neutro.

Quando escolher mármore

O visual nobre do mármore fez com que o arquiteto Gabriel Garbin o escolhesse para revestir o piso desta sala de decoração clean. “Como o morador queria praticidade de limpeza, sugeri o travertino romano bruto. Diferentemente do polido, ele disfarça os riscos, e as manchas podem ser amenizadas esfregando esponja de aço na superfície”, explica. Para baratear o projeto, foram usadas placas prontas de 1 x 1 m, as maiores disponíveis no mercado (na Cia. do Mármore, 295 reais, o m²). “Medidas maiores precisam ser encomendadas e o preço duplica.”

– Prós: revestimento natural, empresta nobreza aos ambientes com seus veios únicos.
– Contras: poroso, mancha com facilidade. Sua restauração requer obra pesada. Está entre os pisos mais caros.
– Manutenção: pano umedecido em uma solução de água e detergente neutro ou sabão de coco.

Quando escolher cimento

Foto: Luis Gomes
Descolados e despojados, os cimentos e as placas cimentícias caíram no gosto de quem busca um visual moderno, como o morador deste apartamento, no qual o tecnocimento cobriu todos os ambientes. “Apesar de ser mais resistente do que o cimento queimado tradicional, o revestimento requer precisão na instalação para evitar rachaduras”, explica a arquiteta Caroline Gabriades. Aqui, optou-se pelo acabamento fosco. “É bem mais fácil de limpar do que o brilhante”, avisa. Na NS Brazil, custa 68 reais, o m², sem instalação, em áreas acima de 100 m².

– Prós: o tecnocimento deixa o piso sem emendas. Na versão fosca, dispensa a reposição da película protetora.
– Contras: precisa de mão de obra especializada para instalar. Requer obra pesada para retirar.
– Manutenção: varrer com vassoura de cerdas macias e usar produtos de limpeza fornecidos pelo fabricante do revestimento.

Fonte: Casa Claudia

Categorias: Decoração, Dicas

Deixe um comentário

*

Pensando em comprar ou alugar um imóvel?
Deixe seu e-mail e receba nossas dicas e novidades!