Imobiliária em Joinville SC | Anagê Imóveis | Compra, Venda e Aluguel

Imóveis favoritos Não há favoritos adicionados
Você pode adicionar imóveis aos favoritos
clicando no ícone
Histórico de visualização Nenhum imóvel foi visualizado

Comprar ou alugar? Saiba como escolher a melhor opção para você!

13 de novembro de 2017 por anage-imoveis

comprar-ou-alugar-saiba-como-escolher-a-melhor-opcao-para-voce.jpeg

O desejo de adquirir a casa própria faz parte do imaginário de grande parte da população brasileira. Mas, entre comprar ou alugar um imóvel, o que mais vale a pena?

Neste artigo vamos apresentar algumas respostas que ajudarão você a se decidir. Após a leitura, perceberá que a questão exige uma avaliação aprofundada, que considere as características do seu orçamento e as vantagens existentes em cada uma das alternativas.

Quantia em caixa

Para quem pensa em investimento, entre as várias opções existentes não há dúvida de que o mercado imobiliário é um bom destino para o dinheiro. Afinal, diferentemente de outras aplicações que representam algum risco para o capital, o que é aplicado em imóveis servirá para a formação de um patrimônio sólido, que oferece segurança e possibilidade de valorização em longo prazo.

Entretanto, é preciso ter em mente que as aquisições imobiliárias implicam altos investimentos. Isso quer dizer que se você tem o suficiente para pagar o imóvel dos seus sonhos à vista poderá obter vantagens desta posição.

Além de não ter que se preocupar com o pagamento de parcelas mensais, pagando à vista você poderá negociar um desconto, o que tornará o negócio ainda mais interessante.

Por outro lado, se você não tiver todo o valor do imóvel em mãos, será necessário recorrer a alguma linha de crédito, o que exige uma avaliação bastante cuidadosa. Afinal, as linhas de crédito implicam em custos adicionais que precisam ser considerados, uma vez que o preço final do imóvel se tornará maior do que seria se o pagamento fosse à vista. .

De fato, dependendo da sua situação financeira no momento, talvez seja mais conveniente manter o aluguel por um determinado período, até que as suas condições de compra se tornem mais favoráveis.

Comprometimento de renda

Seja no financiamento bancário ou direto com a construtora, seja no consórcio imobiliário, antes de assumir uma prestação você precisará refletir sobre o peso que esse compromisso mensal representará sobre o seu orçamento. Nesse aspecto é importante avaliar se a parcela não exigirá um sacrifício exagerado da sua renda, o que poderá alterar de maneira radical o seu estilo de vida.

Aliás, vale destacar que há modalidades de financiamento – como a do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) – que limitam o valor da parcela a 30% da renda familiar, o que é feito justamente para garantir a viabilidade do pagamento. Contudo, é preciso convir que mesmo esse percentual poderá exercer uma influência negativa sobre o seu padrão de vida.

Em situações assim, é possível que a combinação entre o aluguel e alguma estratégia de poupança viabilize a compra do imóvel sem impor à família  a necessidade de sacrifícios exagerados.

Custo dos juros

Nos últimos anos o Brasil vem passando por mudanças na área econômica e estas têm exercido forte influência sobre as taxas de juros. Mais recentemente, acompanhando a Taxa Selic, que vem sendo reduzida sucessivamente, os juros bancários também começaram a diminuir, melhorando as condições do crédito imobiliário.

Portanto, qualquer avaliação que seja feita sobre a influência dos juros no valor das as prestações do imóvel  e, consequentemente, sobre o preço final que este atingirá, precisará considerar a situação do momento em que os cálculos forem realizados. Contudo, faremos aqui uma simulação simplificada, que indicará o tipo de raciocínio que pode ser seguido, a fim de avaliar se vale mais a pena comprar ou alugar um imóvel.

Na nossa situação de exemplo, como taxa de juros, tomaremos por base a taxa de balcão praticada pela Caixa Econômica Federal (CEF) no SFH, que é aquela que desconsidera qualquer relacionamento do mutuário com o banco.A taxa considerada de 9,15% foi obtida pelo simulador habitacional existente no site da instituição.

Os valores relativos ao imóvel consideraram os dados apurados em outubro de 2017 pelo Índice FibeZ que consideram o preço médio do metro quadrado em 20 cidades brasileiras que foi fixado para compra em R$ 7.633 e em R$ 28,36 para aluguel.

Portanto, vamos considerar os dados que seguem em um comparativo entre a compra e o aluguel de um apartamento com 65 m². O cálculo considera preços atuais, sem levar em conta as variáveis de inflação e valorização do imóvel.

  • valor do imóvel: R$496 mil.
  • entrada: R$100 mil.
  • tempo de financiamento: 240 meses.
  • custo de financiamento (taxa de balcão Caixa): 9,15% ao ano (0,76 ao mês).
  • prestação na compra (Tabela Price, sem seguro e taxas): R$3.593,53.
  • valor final do imóvel em 240 meses: R$862.447,20.
  • valor de aluguel mensal do mesmo imóvel: R$1.843,40*.
  • diferença entre a prestação e o aluguel: R$1.750,13.
  • acumulado em 240 meses: R$420 mil

Ou seja, pagando aluguel, em 240 meses é possível economizar cerca de 85% do valor do imóvel desejado.

Planejamento financeiro

Após fazer os cálculos e analisar cuidadosamente os resultados, você perceberá que o custo final do imóvel sofrerá um acréscimo considerável, como consequência dos juros cobrados. Ainda, é possível que você conclua que o pagamento das parcelas acarretará um peso excessivo sobre o seu orçamento.

Entretanto, caso você se veja diante de resultados assim, eles não significam que você deva desistir do seu sonho. Talvez essa conclusão seja indício de que está na hora de começar um planejamento financeiro que considere o aluguel como uma forma de economizar, uma vez que há uma folga entre o valor da prestação e o preço do aluguel que poderá ser poupada com o objetivo da compra em mente.

Poupança

O seu objetivo, nesse caso, deve ser o de criar um fundo pessoal que permita partir para a aquisição do imóvel após um determinado tempo. Esse fundo poderá ser formado por meio do depósito da diferença entre o valor da prestação e o valor do aluguel na Caderneta de Poupança ou em outra aplicação mais rentável.

Vale destacar que o consórcio imobiliário pode ser uma forma de conciliar o aluguel com a economia para a compra do imóvel, desde que o valor da parcela mensal seja compatível com a sua renda. Afinal, ao contrário dos financiamentos bancários, os consórcios não cobram juros sobre as prestações. Há apenas a cobrança de seguros e de uma taxa de administração. Assim, o preço final do imóvel adquirido por consórcio fica menor do seria caso a aquisição fosse feita por meio do financiamento dos bancos.

Além disso, é importante considerar os contratos de consórcios preveem reajustes periódicos no valor das parcelas e, por consequência, no valor da carta de crédito. Desta forma, o poder de compra do consórcio fica mantido ao longo do tempo, o que não é garantia nas aplicações financeiras, que podem sofrer reveses em função da economia.

Portanto, como conclusão fica a ideia de que a suas condições pessoais precisam ser levadas em conta na hora de avaliar o que é mais apropriado para o seu caso. Sendo assim, agora que você já tem os parâmetros para decidir entre comprar ou alugar um imóvel, colabore com os seus amigos, compartilhando essas informações nas suas redes sociais.

 

Categorias: Dicas

Deixe um comentário

*

Pensando em comprar ou alugar um imóvel?
Deixe seu e-mail e receba nossas dicas e novidades!