Imobiliária em Joinville SC | Anagê Imóveis | Compra, Venda e Aluguel

Imóveis favoritos Não há favoritos adicionados
Você pode adicionar imóveis aos favoritos
clicando no ícone
Histórico de visualização Nenhum imóvel foi visualizado

Mercado imobiliário apresenta sinais de recuperação em 2018

1 de fevereiro de 2018 por anage-imoveis

blog_post2

Indicadores econômicos favoráveis provocam otimismo no setor

Em 2017, passamos no Brasil por uma grande crise econômica que afetou diversos setores, inclusive o mercado imobiliário. Vivemos a chamada recessão, que ocorre quando a oferta excede a demanda, inundando o mercado com imóveis, sem que haja demanda para absorvê-los, o que faz os preços caírem.

Esta fase, no entanto, está chegando ao fim. Isso porque, quando os preços chegam a patamares muito baixos, a demanda volta a crescer e os preços a subir, dando início a um novo ciclo denominado recuperação.

Tal momento pode ser comprovado pelo Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras. Segundo dados divulgados, o preço médio de venda de imóveis residenciais nas cidades analisadas acumula queda real de 2,71% nos últimos 12 meses.  Trata-se do maior recuo da série histórica desde o início dos registros, em 2012.

Ou seja, ainda que os indicadores sejam negativos, isso significa que o atual ciclo de baixa está chegando ao fim. Assim como aconteceu após as recessões de 2003 e 2009, essa contração deve ser seguida por um reaquecimento do mercado imobiliário à medida que a confiança e a economia se recuperarem e a oferta de crédito voltar a se expandir, começando pela recuperação de preços.

E os sinais de recuperação já são evidentes.  Desde janeiro, por exemplo, o Governo Federal investe em medidas para impulsionar os setores da construção civil e mercado imobiliário.

O programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, sofreu alterações. Agora, o limite da renda dos brasileiros que podem adquirir um imóvel pelo programa passou de R$ 6,5 mil para 9 mil. Já o Conselho Monetário Nacional elevou o teto para compra de imóveis com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O valor passou de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão, válido para todos os estados.

Nos primeiros dias de janeiro, a CAIXA Econômica Federal também anunciou a volta do crédito imobiliário Pró-Cotistas, voltado para os trabalhadores com conta de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e que cobra os menores juros oferecidos pelo banco.

A instituição aumentou ainda o financiamento de imóveis usados de 50 para 70%. Dessa forma, a exigência da entrada para financiar um imóvel dessa categoria diminuiu de 50 para 30%. Quem for adquirir uma unidade nova, foi mantido o percentual de 80% do financiamento.

Embora a maior parte das mudanças tenham sido pontuais, as novidades foram recebidas com otimismo. Além disso, com os sinais de retomada do crescimento econômico, muita gente voltou a se encorajar na tomada dos financiamentos a longo prazo. A previsão para 2018 é que a taxa Selic baixe para 8%, queda de juros que torna a poupança muito mais atrativa e produz recursos para o setor imobiliário.

Outro bom indicador é a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2017 em 2,95% (menor alta em 25 anos), o que torna as perspectivas para o setor ainda mais otimistas. Afinal, a inflação interfere diretamente o poder de compra do consumidor e torna os investimentos em imóveis muito mais atraentes.

Para quem pode investir agora, portanto, a compra de um imóvel é uma ótima oportunidade para se antecipar aos sinais de recuperação e garantir um investimento seguro. E para quem está pensando em começar a economizar para comprar um novo imóvel, os sinais são os mais positivos possíveis.

Leia também no blog da Anagê Imóveis: dicas de como economizar para comprar um imóvel em 2018.

Categorias: Mercado e economia, Mercado imobiliárioTags:, , , , , , |

Deixe um comentário

*

Pensando em comprar ou alugar um imóvel?
Deixe seu e-mail e receba nossas dicas e novidades!