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Moradia pós-pandemia: o que vai mudar na nossa casa

30 de maio de 2020 por anage-imoveis

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Com o avanço da pandemia de Covid-19 no Brasil, o mercado imobiliário continua tendo que se reinventar para se adequar às mudanças de hábitos de consumo e de moradia pelas quais todos temos passado. 

São alguns indícios dessas mudanças a valorização de espaços residenciais maiores, ao mesmo tempo em que os compartilhados perdem bastante de sua força. 

Os projetos residenciais, por exemplo, devem passar por grandes transformações, agora que a tendência do home office chegou para ficar. 

Principalmente porque, por passarmos longos períodos em casa, devido ao isolamento social, criamos uma nova relação com nossos lares, demandando mais espaço, privacidade para trabalhar e até mesmo área verde para espairecer.

Neste artigo, listamos todas as principais mudanças que devem ocorrer nas moradias brasileiras durante e após a pandemia. Entre os pontos abordados, você verá:

– Como será a moradia pós-pandemia?

– A valorização da experiência nos projetos residenciais

Boa leitura!

Como será a moradia pós-pandemia?

O modo como consumimos antes da pandemia não será o mesmo quando tudo isso acabar. E nossas necessidades e preferências também sofrerão mudanças, uma vez que passamos cada vez mais tempo em casa. 

Neste sentido, diversos especialistas tentam antecipar tendências, analisando as necessidades e expectativas dos clientes em relação às novas demandas que surgem quanto às características dos imóveis que estes têm buscado no período. 

Como dito anteriormente, a principal mudança é em relação ao home office. Em uma pesquisa da Fundação Dom Cabral com a Talenses, realizada com 375 companhias no Brasil, mais de 70% sinalizaram que pretendem adotar o home office parcial ou integralmente depois da pandemia. Na indústria, essa percepção alcança quase 80% das companhias e em serviços, 89%. 

Com esse “novo normal”, nossas residências se tornaram lugares de mais permanência, uma tendência irreversível que provoca a necessidade de espaços maiores e mais privativos para que o trabalho remoto seja realizado sem interrupções. Assim, a inclusão de ambientes para home office será cada vez mais necessária. 

Outra mudança que pode ocorrer é em relação às áreas comuns ou espaços ao ar livre. Ao passar mais tempo em casa, estes espaços serão cada vez mais valorizados, pois se tornarão os locais mais seguros e de mais fácil acesso para momentos de relaxamento, lazer e diversão. 

Nas moradias de médio e alto padrão, uma tendência possível será a criação de áreas de higienização, nas quais as pessoas possam, por exemplo, deixar os sapatos antes de circular pela casa ou consigam higienizar compras de supermercados. 

Já em moradias destinadas às rendas mais baixas, poderá ser criado um espaço coletivo de uso de higienização nas áreas comuns do edifício.

Ao mesmo tempo em que algumas pessoas sentirão a necessidade por mais espaço, a demanda por compactos também tende a aumentar. Afinal, são mais de 10 milhões de domicílios no país com apenas um morador, de acordo com pesquisa de 2018 do IBGE. 

Afetadas pela crise, essas pessoas procuram cada vez mais por imóveis menores e mais baratos. Assim, espaços integrados e mobiliário inteligente se tornam necessários para criação de ambientes mais versáteis, com múltiplas possibilidades de uso. 

Outra possibilidade é que, por não precisarem mais se deslocar com tanta frequência de casa até o trabalho, as pessoas passem a optar por moradias localizadas em regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos. 

Isso porque, apesar das facilidades das regiões mais centrais, muita gente começou também a sentir falta de ambientes mais tranquilos e maior contato com a natureza. 

A valorização da experiência nos projetos residenciais

Estima-se que, mesmo depois da pandemia, deve haver um aumento de até 30% no número de trabalhadores em home office. 

Por isso, a experiência que vivemos em nossos lares será cada vez mais valorizada. Mais do que nunca, passamos a entender o quanto é importante investir nos lugares que moramos. 

Neste período, descobrimos novas necessidades, cômodos subaproveitados e ambientes que carecem de mais conforto. Ou seja, neste momento, muitas mudanças acontecem na maneira como vivemos o lar.

Se antes da pandemia, atributos como vaga de garagem, proximidade do transporte público, distância do trabalho pesavam mais na hora da escolha do imóvel. Agora, serão valorizadas características como metragem, número de quartos, espaço adequado para home office e área privada para lazer. 

Pensar a casa a partir das atividades, mais do que nunca, será um ponto a ser reavaliado nos novos projetos residenciais. 

Por exemplo, trabalhar pode ser feito em diferentes ambientes, como varanda ou quarto. Então, teremos mais flexibilidade, como painéis que deslizam, móveis com rodízio, iluminação flexível.

Espaços ao ar livre e mais distantes dos centros urbanos também serão uma necessidade, principalmente em famílias com crianças e pets. Depois que começou a pandemia, as pessoas passaram a repensar não só esse momento, mas também o futuro. 

Assim, a ideia de muitos é de recomeçar a vida em locais mais tranquilos e que ao mesmo tempo oferecem mais contato com a natureza, menos poluição e menos barulho. 

O contato da casa com o jardim, por exemplo, vai mudar. Os ambientes terão mais iluminação natural e serão mais ventilados. Além disso, serão mais integrados com a área externa. E o jardim e varanda devem ganhar novo status de espaço essencial nos projetos que estão por vir.

O cuidado com a alimentação também entra como um ponto crucial neste momento pós-pandemia. As pessoas passarão a optar por ter pequenas hortas em suas casas e apartamentos a fim de cuidar cada vez mais de suas refeições diárias.

Além do contato com a natureza e auto-cuidado, soluções sustentáveis como painéis solares fotovoltaicos, sistemas biodigestores de esgoto, captadores de água da chuva também poderão se tornar novas exigências dos moradores. 

Isso porque os impactos causados ao meio ambiente e o modo como compramos, consumimos e descartamos resíduos será uma preocupação cada vez mais constante.

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